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  • Vilão da semana: Os jogos de bastidores

    28/08/2012
    Desde o início dos tempos que existem hierarquias. É algo independente do sistema político, cultural, social onde nos inserimos. Desde o início dos tempos que existem hierarquias. E elas tanto podem presididas pela capacidade de liderança, justiça e carisma como pela pomposidade e populismo. Acho que depende sempre do acefalismo dos seguidores. Os clubes de futebol não fogem à regra. São hierarquias onde, geralmente, o presidente do clube é a pessoa que tem mais poder.

    Aqui entra o vilão da semana. As jogadas de bastidores que se realizam e se tornam mais frequentes aquando da necessidade de agrado aos seguidores. Assim, torna-se natural que quando quem atinge o poder sem o merecer, procure iniciar alguns esquemas de satisfação coletiva quando decisões importantes se aproximam. São decisões que podem decidir o futuro de um clube e não são coisas que possam ser levadas de ânimo leve, obrigando os sujeitos ativos a pôr na mesa imensos dos trunfos que possuem. E numa guerra vale tudo! Vale insultar os rivais diretos, vale contactar velhos conhecidos, vale dizer à equipa presidida que pode entrar com tudo no jogo porque depressa se irá ver à frente do adversário (embora não implique uma direta alteração do marcador), vale decidir prazos...

    Acho que numa versão simplificada, estes jogos de bastidores se podem comparar um bocadinho com umas palas. Umas palas que se metem nas pessoas, embora esta última até fuja um bocadinho ao seu sentido etimológico.

    Sorte para alguns que ascendendo ao poder poderão continuar a pagar a conta da máquina de lavar.

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